segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Eu sou Alex

Sei que há muito tempo nao escrevo, mas não me contive com as notícias dos últimos dias.
Hoje Eu sou Alex. Sim, sou Charlie também, pois as armas que tiraram as vidas em Paris sangraram os corações no mundo inteiro.
Os terroristas religiosos pegam em armas e tiram vidas em nome de seu Deus, Allah, na Europa.
No Brasil, os terroristas pegam em armas e tiram vidas em nome de seu deus, o Dinheiro.
Hoje eu sou Alex. Pois poderia ser eu naquele ponto de ônibus. Poderia ser você. Poderia ser meu pai, minha mãe, meu marido, meu filho. Poderiam ser os seus familiares. Assim como um dia já foi meu irmão.
Meu irmão, Hermes, tinha 25 anos e estava com a namorada, na praia, com uma maquina fotográfica. Os criminosos disseram que ele reagiu (eles sempre dizem, assim a culpa passa para a vítima), mas ele não reagiu, e mesmo assim, tomou um tiro no peito. Foi muito semelhante ao caso do Alex. Mas meu irmão não era biólogo, era cartunista, quadrinista, desenhista. Como as vítimas do Charlie Hebdo. Ele poderia estar no ponto de ônibus. Ou dentro da Charlie. Ou na praia, como de fato estava, 11 anos atrás. 
Hoje eu sou Hermes. Eu sou João Hélio. Sou Rodrigo. Sou Liana. Sou Felipe. Sou Gabriela. Sou Giorgio Renan. Sou Júlio. Isabela. Bernardo... Eu sou tantos, eu sou milhares. Eu sou meio milhão, em 10 anos. E hoje, hoje eu sou o Alex.
Seria muito bonito se tivéssemos o amor ao nosso povo que os franceses tem... Se a cada atrocidade saíssemos as ruas e gritássemos NAO! BASTA! Nao suportamos mais viver com medo! Não aceitamos mais que nossas vidas, únicas e inestimáveis, sejam assim banalizadas e desprezadas! por ideologia, extremismo religioso, convicção, guerra? Nao, por NADA, de graça,pela simples ganância  do dinheiro/bem material fácil que o bandido negocia  no momento que te aponta uma arma. Sua vida ou o celular? Sua vida ou o carro? Sua vida ou a bolsa? E às vezes, e muitas vezes, ele leva os dois...
Volto a pensar em Paris, em pessoas trabalhando, sem saber que seriam seus últimos momentos de vida. As pessoas morreram assim, no meio de uma manhã, sem direito à defesa, direitos humanos, julgamento... Não eram criminosos. Não estavam em guerra. Estavam trabalhando. Por isso o mundo inteiro se assustou e ressentiu. Mas aqui? Aqui, isso acontece todas as manhãs. Nas residências invadidas. Nos carros roubados nas ruas. Nos nossos trabalhos e comércios. Nas praias. Nos pontos de ônibus. Nos 56.000 homicidios anuais, o maior índice do MUNDO. 
Por isso, por estas mortes estarem aqui, tão vizinhas, que hoje Eu sou Alex.
Pois sou mesmo.
E quem ainda não percebeu que é Alex, não tem idéia de que isso é real e está ali, do outro lado do portão.
Aos familiares do Alex, minhas profundas condolências. Não há palavras para alentar seus coracoes nesse momento. Espero apenas que sejam fortes e que Deus os console.
Ao resto do Brasil: deveríamos aprender com a França e dizer que BASTA, com faixas, cartazes e milhões nas ruas. Pois todos somos Alex. É só questão de tempo.

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Produtinhos

Pessoal,
Vou falar umas coisas boas e ruins q andei experimentando por aí... Eu curto quando me indicam as coisas, entao vou indicar algumas...(sem patrocínio envolvido...)

Fraldas:
Estava usando a Pampers roxa no Henrique, mas ela começou a vazar, chegou a hora de passar do G para o XG...
Experimentei algumas outras - a Pampers roxa é a melhor, mas é a mais cara, entao tentei outras. Expeirimentei a da Turma da Mônica Meninos - e gostei. Ela tem o plástico meio duro, mas nao vaza e ele nao teve alergia (tinha alergia às outras da Mônica).
A Pampers verde eu voltei a usar, com o tamanho XG, vai bem e nao vaza, só às vezes de manhã, após a noite de sono. Seria bom achar o tamanho XXG, nso q o pitoco seja tao grande, mas ele toma muita água e por isso a fralda tem q agüentar a qtde. de xixi. Mas só achei um pacote dessa XXG depois never more...

Protetor solar: 
Depois de anos buscando um protetor solar para pele extremamente oleosa, com acne, com brilho e com manchas como a minha, encontrei o da ADCOS. O único problema é q vc tem q ir a uma loja Adcos, o q é bastante complicado, mas já tentei mudar e minha pele nao fica como quando uso esse protetor. Uso o com cor (peach) para pele oleosa. O liquido mesmo. O em bastão acaba em 15 dias, nao vale a pena. O em pó, é excelente, uso os dois, assim já fico maquiada, hehehe.

Maquiagem:
Base da Mary Key não tem para ninguem - ela é seca, é natural, corrige as imperfeicoes e fica bastante tempo na pele, mas nao curti muito o rímel à prova d,água - ele nunca mais sai! Vai formando dreadlocks nos cílios... Kkkkk (apesar de deixar os cílios longos, gigantes, cheios, fica legal, mas faz uma semana que parei de passar e meus olhos ainda estão pretos...)

Enfeites:
Agora estou numa onda retrô e gostaria de saber onde posso achar enfeitinhos para a cozinha vintage. Queria tudo: tapetinhos, lixinho de pia, enfeites, etc... Alguém tem alguma dica?

Bjs



terça-feira, 19 de agosto de 2014

Leite de cabra

Estou aos poucos me reeducando a procurar alimentos mais saudáveis, que sejam produtivos para o organismo que façam mais do que simplesmente matar a fome. Nessa onda, estou evitando os pães brancos, os chocolates e doces em geral (essa última parte, a mais dificil) e tentando gostar e colocar na dieta diária uma porção maior de frutas, legumes e itens integrais. Ouvi falar que o leite de soja (que é o que eu tomo há tempos) tem muito açúcar e é muito processado para chegar a um sabor agradável. E me indicaram o leite de cabra.
Dei um search e descobri que algumas pessoas com alergia ao leite de vaca, se dão bem com o leite de cabra. Eu adoro leite e seus derivados, mas acho que depois de uma vida tomando leite de forma exagerada, meu organismo deu um basta. Hoje, posso tomar leite (de vaca) desde que uma vez na semana (no máximo) , e os derivados com muuuito cuidado, poucas quantidades e sem exageros (os queijos brancos são os piores). Pois bem, estou agora testando o leite de cabra. Depois eu volto para contar se meu organismo se deu melhor com ele, mas até agora, nas duas versões que eu testei (longa vida e em pó), não tive nenhum desconforto ou mal estar, como acontecia com o leite de vaca. Pelo o que descobri na minha pesquisa, ele tem as partículas de gorduras menores  o que ajuda a digestão, menos colesterol e menos açúcar...

Experimentei o leite da marca Caprilat, o longa vida e o leite em pó. Gostei mais do leite em pó, achei mais docinho e gostoso. O leite longa vida é um pouco salgadinho, vc tem que se acostumar ao sabor, e achei que o líquido fica bom quando usado em receitas salgadas, como sopas, molhos, etc.... Fiz algumas receitinhas, que achei no site da Caprilat, que gostei:

*Sopa de cenoura - cenouras cozidas, cebola, leite, Gostosa e levinha. Acrescentei à receita uns macarroezinhos.... :-)

*Fiz molho vermelho com leite: extrato de tomate, tempero e em substituição à água,  uso leite. Essa é a minha receita de molho normalmente, pois ele fica mais suave, e fica encorpado e saboroso.Com o leite de cabra, o sabor ficou bom, não deu muita diferença em relação ao outro leite, mas pude comer sem passar mal depois.

Li diversas reportagens falando que a producao é mais natural e que no leite de vaca, devido ao grande consumo, que as doses de hormônios e antibióticos dados aos animais é muito elevada, e que no caso das cabras, a coleta e ordenha é mais natural e portanto, torna o leite mais saudável. Também que as gorduras são de fácil absorção, que o percentual de lactose é menor, que inclusive há recomendação para crianças com alergia ao leite de vaca. Achei bem interessante, vou testar por uns tempos e depois venho aqui para contar para vcs o que achei, se a intolerância diminuiu e se dá para partir para essa opção para sempre!

Quero agora experiementar os queijos! :-)

Alguns links que falam dos benefícios do leite de cabra:


http://www.pratiqueleite.com.br/article.php?recid=2803

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

O dilema do segundo filho

Pessoas,
Pensando nisso há tempos e gostaria de compartilhar, perguntar, conversar.
Estava pensando se iria ou não tentar um irmaozinho para o Henrique, pós venhamos e convenhamos não é fácil fazer FIV, ainda mais para preparar os tratamentos, programar os descansos e todo o resto  com um pequeninho pedindo colo o dia todo...
Mas pensamos e pensamos e pensamos, e consideramos no caminho um monte de prós e contras, dos quais coloco aqui alguns:

Contras:
O tratamento é caro demais
É arriscado, no meu caso, por causa da colestase, das altas doses de hormônios, do anticoagulante que acompanha a gravidez inteira, etc.
Criar mais um filho, é caro demais
Nao tenho mais tempo para nada, como vou cuidar de outro bebe?
Como vou dar conta de dois? Vou dar conta de dois?
Já me sinto mãe, já sou feliz, já estou realizada, já tenho meu pitoco, não precisaria de mais um ou dois ou três para eu ser mais feliz
Estou velha, e se nao der mais certo?

Prós:
Todos os sonhos de novo
Toda a expectativa
Mais um bebê
Amor nunca é demais
Um companheiro para a vida inteira para o Henrique - alguém para ele brincar, sentar no chão, se divertir, compartilhar brinquedos, contar segredos, poder contar na vida adulta, cuidar de nós e dividir a carga quando ficar pesada, enfim, um companheiro para toda a vida...

E no fim, depois de discutirmos e discutirmos, o ponto que mais pesou foi o fato de ele ficar sozinho ou ter um irmão. Eu já tive irmão e hoje nao tenho mais e a falta dessa pessoa na minha vida é gigante. Os "filhos únicos" com quem conversamos tambem sentem falta de ter alguém. E eu queria uma familia grande, cheia de alegrias, uma casa cheia de risadas... Ia ser tão bom!

Enfim, gostaríamos de ter outro. Decidimos ter outro. Mas não dá agora, no money at all... Entao, vamos tentando naturalmente, mesmo sabendo que as chances são menores do que um por cento... E no inicio do ano que vem, ate no maximo a metade do ano que vem, tentamos outra FIV. Mas tem  que ser logo, faço 40 em 2015...

Fomos no Dr Arnaldo, levamos o pequeno para ele conhecer. Foi emocionante. Já falamos dos projetos. Pode ser, ele falou, desde que seja rápido...

O que acham?

Tem dicas para ajudar o processo naturalmente?

Bjs 

sábado, 16 de agosto de 2014

Balanço - o que eu faria diferente antes, durante e depois da maternidade

Pessoas, saudades!
Parece absurdo, mas nao,da mesmo tempo de vir postar nada...
Cachorrinha doente, pitoco andando, casa reformando, organizações grandes no trabalho... Esta realmente uma correria...
Mas vamos a algumas coisas que cenho pensando para postar (depois de muitas outras q já esqueci e nao postei).
Estava pensando em tudo que eu teria feito diferente, tanto no processo que antecedeu a chegada do do Rick, quanto das coisas malucas que a gente faz quando eles nascem...

ANTES:
Teria me cuidado mais. A gravidez com sobrepeso foi bem mais difícil e estou ainda passando um bocado para emagrecer e virar gente de novo. Agora estou tentando um processo de melhorar minha saúde para depois emagrecer, mas isso eu falo em outro post.

Nao teria me apegada à bebezinha que estava para adoção, mas que nao havia sido oferecida à mim. Nos grupos de apoio à adoção, uma série de pessoas passam pela mesma coisa: acham que como estão no cadastro, podem visitar abrigos e quem sabe encontrar seu filho lá. Mas os tramites legais são cada vez mais complicados e é mais provável que a criança volte para a familia ou permaneça no abrigo do que vire sua filha adotiva. Ou seja, fazer isso é, muitas vezes, sofrimento apenas. Ainda lembro dela com tristeza. Doeu bastante, e doeu à toa. Ela nunca seria minha, eu devia saber.

DURANTE:
Teria marcado o parto para o dia do aniversario do meu irmão. Fiquei com trezentas neuras sobre eu estar "tentando substitui-lo", mas teria sido apenas uma bela homenagem. Entendo por que nao o fiz: era um assunto dolorido DEMAIS até para cogitar qualquer coisa com clareza. Essa dor amenizou depois do nascimento do Rick e hoje consigo pensar de forma diferente. Mas me arrependo assim mesmo (ele nasceu um dia depois do aniversario do meu irmão, no fim).

Teria curtido mais e ficado com menos medo. Eu tinha medo de cada US, de cada coisa diferente, de casa dorzinha achando que o pior iria acontecer. Hoje e simplesmente tentaria ser mais feliz.

DEPOIS:
Pelo amor de Deus! 300 coisas: Ferveria água só uma vez por dia, compraria mais mamadeiras para nao ter que esteririzá-las a cada 2 mamadas, passearia mais com o pequeno, tentaria o leite de soja lá no começo, quando começaram as crises de peito roncando e bronquiolites (e talvez até o refluxo tenha siado por causa do leite de vaca) teria trocado de escolinha mais cedo - e colocado ele em uma escolinha com poucas criancas, como ele esta hoje, para evitar que ele tivesse tantas gripes, enfim, um monte de coisas que eu fiz e que na verdade só me deixavam trabalhando dobrado e à toa! Mas a gente nao sabe, até passar por isso, acho.

Nao teria saído da fila de adoção. Grande erro. Enorme. Gigantesco. Agora poderia ter o segundo assim. Ainda tenho consciencia de que não teria condições de aceitar o menininho que me ofereceram quando o Rick tinha 20 dias - eu estava cansada, sem dormir, chorando direto pois achava que ele iria pegar algum vísrus ou bactéria e morrer, ou eu ia derruba-lo, eu via tida hora se ele estava respirando, ou tinga medo de que ele fosse sumir,sei lá, pois vai que tudo nao passava de um sonho? Enfim, como podem ver meu estado mental nao era dos melhores e eu nao tinha a menor idéia do que era ser mãe ainda (e total consciência disso) e esse pequeno + meu filho iriam pagar por isso. Nao era justo para eles. E nesse clima maluco recebemos a intimação para darmos parecer do que queríamos fazer com nosso processo. E cancelamos. Depois, alguns poucos meses depois, essa nuvem de fumaça já haveria se dissipado, e seria muito bom receber mais um pequeno em nossas vidas. Agora, para entrar de novo, tem que comecar do zero, e aí, devem vir mais uns bons 4 anos de espera... (nós éramos os primeiros da fila!)

(Tem mais um monte de coisas para falar, mas tem um pequeno me chamado... (mamã, mamã...).)

Ahh, rapidinho, novidades: já anda, correr, senta e levanta e fala muitas palavras: tetê, naná, leitchh, pichhhh (pizza), esche (esse), pão, bó (vó), bu (vô), não, não é (seu nome é Henrique? -não é), butão (botão), etc. Gosta de dançar, (principalmente Seu Lobato - ia ia ô), sabe os barulhos de muitos animais que tem num livro com barulhos (qual é o golfinho? Ele aperta o botão, qual é o elefante? Macaco? Carangueijo? Vaca? Galinha? Porco? Etc.) da risada de tudo, mas passa agora por uma fase de reclamações e choradeiras toda vez que nao damos algo que ele quer....

Volto para escrever mais, ok?

Bjs mil!!!

terça-feira, 10 de junho de 2014

quanto tempo... atualizando...


Pessoas,

Que saudade!

Passando rapidamente para falar que o meu pequeno já está todo mocinho, falando auau, mamã, papá, ninê (quando quer alguma coisa:- ninê,ninê. ninêeeeeee!!!) ou quando vê fotos dele ou vê outras crianças (-ninê?!). Adora auaus, mas morre de medo quando chega perto deles!!rsrs Inclusive dos nossos!  rsrs

Está quase andando, já deu os primeiros passinhos no dia 31/05. De lá para cá, quer descobrir o mundo em pé, segundando em nossos dedos!

Aprendeu a usar o iPad, já desliza os dedinhos até achar os ícones da Galinha Pintadinha ou Pequerruchos e aperta o dedinho com bastante cuidado sobre o ícone – começa a ouvir as musiquinhas, mas já enjoou de todas elas, então aperta o botãozinho, sai fora e começa a procurar tudo de novo. Não para  um minuto, tudo quer ver, tocar e descobrir.

Para dormir, ele pega o cobertorzinho e o travesseirinho e vem para o meu colo e fico com ele um tempão cantando “Stand by me”, e ele sempre ri quando termino a primeira frase: When the night has come... and the land is dark... (e ele ri – por que será?). Ficamos um tempão assim, ele olhando para mim e mexendo no meu cabelo ou na minha correntinha do pescoço e eu passando a mão no rostinho dele. Até ele estar com muito sono e apontar para o bercinho. E eu fico pensando “meu anjinho lindo! Que Deus te proteja todos os dias, para sempre!”. E sempre penso que o tempo deveria passar mais devagar! Puxa, como poderia passar mais devagar! Mal dá tempo de registrar alguma coisa e o tempo já passa e tudo muda e ele faz outras coisas.... às vezes eu queria ter uma  filmadora acoplada ao cérebro, assim eu poderia voltar o filme e ver algumas coisas, tudo de novo... Ontem mesmo ele era tão pequeninhiho que eu tinha que colocar a almofada de amamentação na minha cintura para ele se acomodar... agora já toma o colo todo! Está com 11,5kg e 80 cm. Está tão grande!

Eu estava lembrando esses dias que quando ele era pequenininho ele ficava fazendo figas com as duas mãozinhas e eu nunca consegui tirar uma foto disso...

Hoje ele tem uma pintinha ao lado do lábio como meu irmão tinha, tem os olhos pretos como os meus e não é mais a cara do meu marido como era quando nasceu. Não sei com quem se parece, mas está loirinho, quando saiu no sol o cabelo fica bem clarinho, está mais cabeludinho, bem clarinho de pele e com o nariz arrebitadinho. E virou um “pointer” – tudo aponta e faz “hu” – pois quer que peguemos para ele ver, quer chegar perto ou tocar... enfim, meu pitoco já tem as próprias vontades, já sabe o que quer...

Falo: cade o narizinho? Ele ele aponta. E a Orelhinha? E ele aponta (mas ultimamente começou a confundir com o cabelinho! Rsrs) e o Barrigão? E ele aponta. Mas essa brincadeira já está ficando sem graça para ele. É muito rápido...

 

Preciso escrever mais vezes, mas a correria não deixa...

 

Estou no “dilema do segundo filho” que venho outro dia aqui para contar... rsrs

Bjs!!


 

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

8 meses do Henrique!!

Quanto tempo!! Tem tanta coisa para atualizar! O pequeno começou a engatinhar no dia 23/12, falou a primeira palavrinha (mamã) no dia 04/01 e já apontou o primeiro dentinho, também em 04/01! Esse foi o melhor natal de nossas vidas, passamos felizes com nosso Rick no colo e felizes por 2013 ter sido o ano da realização de nosso maior sonho! Ele se divertiu na noite de natal, abriu os presentes que ganhou, brincou, pintou e bordou, ficou de colo em colo, deu risada, bagunçou o papai noel de enfeite, comeu e passou dormindo a virada do natal e a do ano novo (mas de roupinha branca e azul para dar sorte!), engatinhou embaixo da mesa, tentou abrir gavetas e rasgou as revistas que estavam na estante... rsrs Já está indo à escolinha e adora, chega cheio de sorrisos e vai para a cama cedo, exausto de tanto brincar! Mas como dizem, é só começar a ir à escolinha para começar a pegar bichinhos... pegou virose depois de 2 dias de escolinha, depois pegou gripe que virou uma crise de asma, ficou em casa duas semanas tomando um pacotão de remédios, depois voltou para a escolinha de novo, ficou mais 15 dias, teve outra gripe que virou crise de asma de novo, toca correr para o pronto-socorro de novo, mais remédios, mais dias em casa e ele terminou o ano de férias antecipadas da escolinha... voltou hoje após um mês de descanso (e muitos mimos, pois ele ficou sob os cuidados dos avós, que adoraram cuidar do neto...). Enfim, a vida está totalmente diferente agora e apesar de toda a correria e novas responsabilidades, estamos curtindo muito cada nova conquista do nosso pequeno, cada mudança, cada travessura, cada risadinha.... ele está grande (apesar de estar com apenas 8 meses, está usando roupinhas de 1 ano ou 2, dependendo da confecção!), é esperto e cheio de vida! Tem um temperamento bom, está sempre sorrindo, acorda de manhã falando e brincando e só chora mesmo quando está doentinho. Enfim, uma delícia! Um presente de Deus (o maior presente de todos)! Queridas, aproveito para desejar um ano novo maravilhoso, muita luz, paz, proteção e grandes conquistas em 2014! Que 2014 seja brilhante! (ahhh,obs. nº 1: e fazendo um pequeno retrospecto: em 2012 meu sonho era ter uma barriga de grávida... em 2013 eu tive um barrigão de grávida... e em 2014.... preciso me livrar dela!!! Kkkk pois sério gente, estou gorducha e barriguda, o pessoal não acredita que o Henrique já saiu daqui!! Então, projeto 2014: sumir com a barriga de grávida!!! Kkkk) (ahhh, obs nº 2: aquela mega dor no corpo que eu tinha era fibromialgia, estou fazendo tratamento...) (e ahhh nº 3: desculpem a formatação zuada, não estou conseguindo dar enter aqui... problemas no blog... e nem colocar fotos - queria colocar fotos dele agora... enfim, coloco outro dia!) Bjs mil!

sábado, 5 de outubro de 2013

bebê mocinho!

Pessoas, saudades!
Por aqui o pitoco já está bem grandinho, está com 8.500 e 67 cm ( na consulta de 5 meses) já senta sozinho (mas ainda tenho que segurar para ele não cair para os lados), já aprendeu a rolar e agora só dorme de lado, como gente grande!
Começou a estranhar pessoas e faz carinha de choro para desconhecidos. Já olha os cachorros e chora quando eles fazem barulho. Pega tudo, segura bem firme, põe na boca (tudo!), balança tudo com força para cima e para baixo e depois  joga no chão (tudo!).
Vai começar com as papinhas hoje!
Vou dar pera, mamão e banana, amassadinhos e um por dia. E suquinho de laranja-lima.
E a papa salgada??? Tudo mudou agora e desde o ano passado os pediatras estão indicando uma mega-refeição para os pequenos, em vez de um leguminho por dia, amassadinho, como era antigamente... minha pediatra falou que eles tem uma janela imunológica dos 5 aos 7 meses, quando as comidas podem ser introduzidas sem alergias. Então a primeira comidinha seria algo como:
  • arroz
  • feijão
  • um vegetal folha
  • dois legumes
  • carne batida no liquidificador (frango, carne bovina ou peixe)
Tudo temperado com cebola, salsa, tomate (como tempero) etc. Sem Sal. Uma colherinha de óleo depois de pronto. Alho só mais tarde.
Suquinho de laranja ou outra fruta - 30ml só, após as refeições.
Almoção, heim??
Acho que vai ficar parecido com o que a Lidi fez e colocou no blog, olhem só.
Para ser sincera estou meio desconfortável com isso, achava mais fácil eles irem se acostumando com os sabores, testando as alergias... será que vai dar certo isso?? será que não vai dar cólica ou dor de estômago? alguém mais fez assim? como foi?
estou planejando começar devagar, não sei se dar tudo isso junto vai dar certo...
e bom, como não pode congelar, vou começar a fazer almoço todo dia! rsrsrs
enfim, depois eu conto como foram as primeiras refeições do meu pequeno.
Neste mês já volto a trabalhar... minha licença já acabou, estou agora em férias. EScolinha já está escolhida, gostei muito dessa que vou colocar ele, achei organizada, limpa e me deu um sentimento bom quando eu a visitei. Como é uma escola católica, eles farão oração todo dia antes de entrar na aula... achei bonitinho!
 Para ser sincera, já estou cansada de ficar em casa... e não sei mais o que fazer para estimular ele! além de tudo que precisa fazer em casa, acho q ele poderia receber mais estímulo para se desenvolver... acho que a escolinha vai ser boa!
Até mais!

domingo, 8 de setembro de 2013

Ser mãe...

Recebi esse texto quando ainda estava grávida e chorei ao ler essa mensagem... Segue para compartilharmos, pois é muito verdadeira.

Bjs e bom domingo!


DEDICADO A TODAS AS MAMÃES E FUTURAS MAMÃES!
***

Nós estamos sentadas, almoçando, quando minha filha casualmente menciona que ela e seu marido estão pensando em “começar uma família”.

— Nós estamos fazendo uma pesquisa — ela diz, meio de brincadeira. — Você acha que eu deveria ter um bebê?

— Vai mudar a sua vida — eu digo, cuidadosamente, mantendo meu tom neutro.

— Eu sei — ela diz. — Nada de dormir até tarde n
os finais de semana, nada de férias espontâneas…

Mas não foi nada disso que eu quis dizer. Eu olho para a minha filha tentando decidir o que dizer a ela. Eu quero que ela saiba o que ela nunca vai aprender no curso de casais grávidos. Eu quero lhe dizer que as feridas físicas de dar à luz irão se curar, mas que tornar-se mãe deixará uma ferida emocional tão exposta que ela estará para sempre vulnerável.

Eu penso em alertá-la que ela nunca mais vai ler um jornal sem se perguntar: “E se tivesse sido o MEU filho?”; que cada acidente de avião, cada incêndio irá lhe assombrar; que quando ela vir fotos de crianças morrendo de fome, ela se perguntará se algo poderia ser pior do que ver seu filho morrer.

Olho para suas unhas com a manicure impecável, seu terno estiloso e penso que não importa o quão sofisticada ela seja, tornar-se mãe irá reduzí-la ao nível primitivo da ursa que protege seu filhote; que um grito urgente de “Mãe!” fará com que ela derrube um suflê na sua melhor louça sem hesitar nem por um instante.

Eu sinto que deveria avisá-la que não importa quantos anos investiu em sua carreira, ela será arrancada dos trilhos profissionais pela maternidade. Ela pode conseguir uma escolinha, mas um belo dia entrará numa importante reunião de negócios e pensará no cheiro do seu bebê. Ela vai ter que usar cada milímetro de sua disciplina para evitar sair correndo para casa, apenas para ter certeza de que o seu bebê está bem.

Eu quero que a minha filha saiba que decisões do dia a dia não mais serão rotina; que a decisão de um menino de 5 anos de ir ao banheiro masculino, ao invés do feminino, no McDonald's, se tornará um enorme dilema; que ali mesmo, em meio às bandejas barulhentas e crianças gritando, questões de independência e gênero serão pensadas contra a possibilidade de que um molestador de crianças possa estar observando no banheiro.

Não importa o quão assertiva ela seja no escritório, se questionará constantemente como mãe.

Olhando para minha atraente filha, eu quero assegurá-la de que o peso da gravidez ela perderá eventualmente, mas que jamais se sentirá a mesma sobre si mesma; que a vida dela, hoje tão importante, será de menor valor quando ela tiver um filho; que ela a daria num segundo para salvar sua cria — mas que também começará a desejar mais anos de vida, não para realizar seus próprios sonhos, mas para ver seus filhos realizarem os deles.

Eu quero que ela saiba que a cicatriz de uma cesárea ou estrias, se tornarão medalhas de honra.

O relacionamento de minha filha com seu marido irá mudar, mas não da forma como ela pensa. Eu queria que ela entendesse o quanto mais se pode amar um homem que tem cuidado ao passar pomadinhas num bebê ou que nunca hesita em brincar com seu filho. Eu acho que ela deveria saber que ela se apaixonará por ele novamente por razões que hoje ela acharia nada românticas.

Eu gostaria que minha filha pudesse perceber a conexão que ela sentirá com as mulheres que, através da história, tentaram acabar com as guerras, o preconceito e com os motoristas bêbados.

Eu espero que ela possa entender por que eu posso pensar racionalmente sobre a maioria das coisas, mas que me torno temporariamente insana quando discuto a ameaça da guerra nuclear para o futuro dos meus filhos.

Eu quero descrever para minha filha a enorme emoção de ver seu filho aprender a andar de bicicleta.

Quero mostrar a ela a gargalhada gostosa de um bebê que está tocando o pelo macio de um cachorro ou gato pela primeira vez. Quero que ela prove a alegria que, de tão real, chega a doer.

O olhar de estranheza da minha filha me faz perceber que tenho lágrimas nos olhos.

— Você jamais se arrependerá — digo finalmente. 


Autor desconhecido

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

4 meses e os dois lados da maternidade

Essa semana teve consulta de 4 meses do pequeno, ele está com 8 kilos e 63 cm, voltou de lá com remedinho para o nariz (que estava trancado e escorrendo, resto de um resfriado da semana passada) e com uma pomadinha para passar na bochechinha que estava queimada do frio.  
Ele já aprendeu a sentar, a segurar os objetos puxando com as duas mãos e levando tudo à boca, já dá gargalhadas e não para no berço quietinho. Está quase rolando, já vira para os dois lados e fica durinho sentadinho no colo. Fica um tempão nos olhando nos olhos e sorrindo,  como quem diz: "eu conheço vc! Vc é a minha mãe!" dá vontade de agarrar!
Um dia típico com meu pequeno agora: Quando eu acordo de manhã ele está atravessado no berço, jogando as duas perninhas para cima, acordadinho mas sem chorar, quando me vê abre o maior sorriso do mundo, eu falo bom dia, vou para a cozinha preparar a mamadeira dele, dou a mamadeira, tento dar o peito, que agora ele não pega mais (agora que eu comecei a gostar de amamentar, e agora que parece que estou com um pouco mais de leite, pois chega a vazar!) , às vezes ele pega um pouquinho e tem dias que volta a dormir, principalmente se acorda antes das 7h, senão, fica acordado e só tira um cochilinho às 11h. Ainda dou as mamadeiras de 3 em 3 horas religiosamente e ele não chora mais quando está com fome, só reclama um pouquinho se atraso alguma mamadeira, mas agora chora quando está com sono e eu fiz a caca (contra todos os conselhos de livros e revistas e tias e amigas e avós e babycenter e dr. Google...) de fazer ele dormir no colo, comigo em pé, balançando e indo de um lado para outro, manjam? Pois é, o total oposto dos aconselhado, pois com certeza eles gostam pacas e voilá, aprendem a dormir assim rapidinho... então agora ele chora falando uh unh uuhhh e eu tenho que carregá-lo e cantar musiquinha, balançar e esperar até ele dormir. Às vezes recomeçar tudo de novo, pois é só encostar no berço para acordar na hora...
Mas enfim, eu fico com ele no colo, canto, converso e tento dar o peito. Coloco na cadeirinha (aquelas cadeirinhas musicais, sabem?) que ele adora, ele brinca depois pede para dormir um pouquinho e assim vai o dia todo. Ele ri para tudo, até quando se assusta com algum barulho.
Passamos o dia assim, entre mamadeiras, cadeirinha, alguma atividade tipo rolar ou tentar pegar brinquedos, colo, soneca, colo, cadeirinha, visitas e lá pela meia noite, sono até o dia seguinte. Ele não acorda de madrugada mais há séculos e a mamãe agradece, pois já durmo como dormia antes de ele nascer.
Sabado ele foi à primeira festinha de aniversario. Ficou bem, meio incomodado com o barulho, entao  ficamos pouco. Mas foi bem legal sair com ele assim, para um lugar com bastante gente! E ele estava lindão de jardineira branca e azul e botinhas! Pena que não dá para colocar foto aqui...
Enfim, isso tudo é a parte boa...

Bom, mas tem a parte ruim...

A parte ruim é que nunca estive tão gorda em toda minha vida e que está difícil pacas fechar a boca, minhas juntas estão todas duras e doendo desde o parto o que me faz andar igual aquela homem-barata-edgar do MIB - homens de preto, lembram? Tô andando daquele jeito! As costas doem, as mãos, o joelho, a sola do pé.... Pessoas, acho que acordei do parto com 70 anos...e uns 400 kilos...
Estou enjoando de ficar o dia todo em casa também... E ao mesmo tempo com o coração apertado por voltar a trabalhar e ter que deixar ele na escolinha... Licença está na reta final, tenho só mais um mês e mais um mês de ferias, ou seja, em outubro volto a trabalhar...
Comecei a ver algumas escolinhas, fiquei chocada com o conceito institucional no começo (tinha a impressão de que iria abandonar meu filho em um orfanato), mas agora achei uma escolinha que eu gostei e que me fez ficar mais tranquila. Parece que ele vai ser bem-cuidado lá, mas ainda tenho pena pois desde bebezinho ele já vai estar em uma escola e não brincando e descansando como deveria e merecia... Enfim, isso ainda vai dar muitas voltas na minha cabeça até eu conseguir digerir...
Enfim. Muitas neuras além de muita desavença, turras e torturras com o espelho, aquele maldito lá...
Bom, falamos mais depois, vou ver se não sumo...

Bjs!